Com relação à reforma, já tive meus preconceitos, mas veja, a escrita foi reformada, e acho que ela se faz por meio de decretos sim, a língua precisa ser unânime, a fala não, mas aí seria uma discussão voltada mais para a lingüística… lógico que sem exageros, o que não aceito é ela ser analisada e aprovada por congressistas que mal sabem assinar o nome.
De pensar que países como França e Alemanha, que eles tem um congresso só de doutores e mestres que julgam a forma como o idioma deve ser estudado em sala de aula e até os livros que serão adotados, e detalhe, a escolha deles está acima do Congresso, lógico, em termos lingüísticos.
Obrigado, professor! Aproveito sua resposta para caminhar um pouco mais no assunto. Em espanhol, a junção do “si” com o “no”, cria a palavra “sino” que tem alguns significados (um deles o “senão” em português). Sei que o site não é para isso, mas se não for muito trabalho para você, seria possível me dizer outros idiomas nos quais a junção do sim ou com o não geram uma palavra (talvez até uma palavra sinônima de “senão”)?
E eu não aceito a reforma quase toda.
Um idioma, assim como uma nação, não se cria por decretos.
Um idioma existe a despeito de.
Uma nação existe pelo respeito a.
Diferença que faz a vírgula:
Não, espere.
Não espere.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
E bom dia!
Bom dia. Gostaria de saber a origem das palavras “sim” e “não” e, se possível, a indicação de palavras que devirem diretamente delas (ex: senão?, assim?, alguma outra?). Obrigado.
Gostaria de saber a origem da palavra RATIMBUM. Obrigada