“Existem duas modalidades básicas de crenças. A primeira diz respeito à crença na PALAVRA. É conhecimento pela informação, pois essa está imbuída de autoridade do conteúdo que carrega. Essa é a modalidade de crença utilizada pelas religiões. A segunda, que é a modalidade de crença mais difundida: crença no outro,baseada na fé do outro. Acredito na existência de Tóquio, onde ainda não fui, porque não vejo qual seria o interesse dos geógrafos e das agências em me enganar, afirma Pual Veyne. A maior parte do nosso conhecimento foi adquirida através do que uma outra pessoa disse. Eu, como Veyne, também não duvido da existência do Japão. Também não duvido que os norte-americanos foram à Lua, apesar de nunca ter ido conferir. Simplesmente porque não vejo qual seria a razão de mentirem sobre esse fato.As religiões se baseiam no que um conta para outro.”
Resposta:
Este site é cultura!
Ana.Maria é cultura e Filosofia!
Iurrúúúú!!! Estou triplamente feliz! O professor gostou do meu texto, serei levado por homens de preto para conhecer a Redação do site e, acima de tudo, conhecerei a minha coleguinha ana.maria!!! Só espero que os homens de preto não nos peguem no meio de uma das ausências da Tia Odete!!!
Acho que a verdade tem muito a ver com a amizade também. E com os sentimentos, de forma geral. Talvez unindo mente com sensibilidade seja possível alcançá-la. E etimologia, é claro. Principalmente quando aprendendo etimologia é possível se vincular com outras pessoas. Mente e sensibilidade. Verdade? Verdade.
Resposta:
De onde menos se esperava veio uma contribuição, não?
BUAHAHAHAHHH! Eu tb quero ser abduzida!!
Resposta:
Sempre ciumenta esta menina! Tá bom, ande com o Tiácono que você será abduzida junto. Merece.
Apertei o passo, acreditando que um mergulho profundo seria a minha única salvação. Prendi a respiração, apertei o nariz e fechei os olhos, pronto para executar meu pulo “bombinha”. Não sei se fiquei sem oxigenação no cérebro neste momento, mas uma palavra se desenhou com clareza e insistência na minha mente: “Etimologia! Etimologia!”. Antes de pular no rio, lembrei: HIPPOS vem do grego, e quer dizer “cavalo”. Por isso aquele estúpido hipopótamo corria como um puro-sangue! Mas e o POTAMOS? Sim! Como poderia ter me esquecido? POTAMOS também vem do grego, e significa “rio”!!! Cavalo do rio!!! É isso!!! Ele estava me levando diretamente para seu habitat natural!!! Acordei ofegante, molhado como se efetivamente tivesse pulado no rio. Trazia nas mãos, porém, o tesouro que tanto buscava: a verdade. Encontrei-a, ou melhor, descobri como encontrá-la ao fugir do hipopótamo. O segredo é o conhecimento. Quanto mais eu sei, mais próximo estou da verdade. Obrigado, sábio professor guru.
Resposta:
Tiácono, seu texto está simplesmente excelente, em todos os parâmetros.
Na próxima semana você será abduzido por uns sujeitos de traje preto. Não resista, é que eles o trarão para conhecer nossa Redação como prêmio.
Quanto à Verdade, nunca se esqueça de que ETHYMON em Grego quer dizer “verdade”.
Daí se vê que nossa matéria pode ajudar mais do que se pensa.
Resposta:
É a expressão genovesa VOSTRO SCHIAVO, “seu escravo”, pronunciada de tal forma que virou essa palavrinha aí.
Não era usada apenas como despedida.
qual a origem da palavra
cliente?
o que significa?
Resposta:
É o Latim CLIENS, “seguidor, o que forma um grupo atrás”.
Em Roma, eram aqueles que se colocavam sob a proteção de algum poderoso.
Puxa-sacos, enfim.
O sentido mudou posteriormente.
Quem é que pergunta aqui, afinal?
É pela correlação basto/vasto. O primeiro (vasta cabeleira i.e.) é tb bastante, suficiente – do verbo bastar. Logo, bastante (o que basta) e vasta são primos. Ou não?
Resposta:
Um é de BASTARE, “levar, suportar, ser suficiente”.
O outro é de VASTUS, “vazio, amplo”.
São parecidos mas a origem não é a mesma.
… correndo: BASTANTE e VASTIDÃO então são parentes, por supuesto …
Resposta:
“Vastidão” é do Latim VASTUS, “enorme, imenso”, também “dsolado, vazio”.
Será?
Olá!
tenho tentado poupar vocês um pouquinho, mas a curiosidade vai se avolumando, e a necessidade também.
aquelas relativas àquele (será q com a reforma ortográfica ainda tem crase?) , enfim àquele assunto q fez com q seu emissário ficasse mais flechado q são sebastião, vou dar um tempo até q ele se cure.
Enfim, gostaria de saber a origem de desvendar, temperamento, colérico, sanguíneo (sem trema, ai q dor), melancólico e fleumático.
beijo grandão, e super-obrigada
Maísa
Resposta:
Não nos poupe, exceto quanto ao material que não temos e que nos causa urticária só de falar.
“Desvendar” vem de DES-, “fora”, mais “venda”, aquela que tapa os olhos.
É formada no Português mesmo.
Quanto às outras, vá ao gabinete do Avô, em sua edição 16, e v. aprenderá muito ouvindo suas conversas.
E o sinal de crase continua, sim.
Gostario que vocês me enviassem o significado da palavra aeronavegabilidade,
Grato Jorge
Resposta:
Jorge, não somos um dicionário; lidamos com as origens das palavras, não com os seus significados.
É carneirinho, não ovelhinha. Não fazem trancinhas com lã, mandam fazer, cochilando na rede. Motivo: nem pedem lingui pq têm pregui!
Resposta:
Oxente, cê tá me deixando numa lezeira…
QUAL A ORIGEM DA PALAVRA NAMITALA
Resposta:
Não encontramos nada em nosso arquivos.
Parece ser um sobrenome de origem semítica.
De folga hoje: cifras, please, qual a origem? E volto a dormir…
Os meus carneirinhos ficaram baianos e na hora de pularem a cerca, na contagem, dobram as patinhas da frente sob o queixo e dormem. Eles voltaram da Bahia falando com as vogais abertas: ré-clame não, minha san-tá,que já já tu dór-me, deee-xa a heen-ti im paaaaz.
Bom dia a todos, bom dia meu rei!
am
Resposta:
É do Latim CIFRA, do Árabe CIFR, “zero”, literalmente “nada, vazio”, de SAFARA, “ser vazio”.
Originalmente se usava para o zero apenas, depois se estendeu para qualquer numeral.
Ovelhinha baiana aproveita a lã para fazer aquelas trancinhas?
…só mais essa, quá, quá, holerite parece nome de doença, mesmo…
(sem H ficaria bom assim: estou com uma olerite no fígado- de óleo – e agora prometo de vou parar, já sei que cheguei com a corda toda e tal))
Resposta:
Tome um chazinho de maracujá e vá deitar, tá?
(para ler de cima para baixo)
Olá, Grande Traça! Não respondi à sua resposta pq fiquei meio sem graça, tá? Mas pelo menos houve confirmação de recebimento.Estamos cansadas, vamos dormir, eu e minhas personas.Mas falta saber sobre IG, de ignóbil (sem nobreza),e mui principalmente sobre IG + norar, tá? Ou não vou conseguir dormir.
Bigada!Salvei as duas flores e estou farejando os prédios para localizar melhor o bairro. Tenho céus de fogo e chumbo igualmente flagrados, só que o meu pano de fundo é (tchan, tchan, tchan, tcham!)… O Pão de Açúcar! Doeu?
Resposta:
Sem Graça com a Traça, isso dá nome de peça teatral.
Olha lá o rolo! Aqui não se trata de IG, mas de IN-, “não”, mais GNOBILIS, “conhecido” (depois passou a NOBILIS, “famoso, de superior nascimento” – ou seja, nobre), de GNOSCERE, “saber, conhecer”.
“Ignorar” tem a mesma origem.
Ai!
Pois é: acabo de voltar ao Rio hoje,cheguei da Bahia a trabalho.Que soooono! Amo a Bahia e os baianos, são alegres e levam a vida na flauta. Que praias! Trouxe uns colares nacarados e no avião vinha pensando: NACARADOS… que será “nácara”?
Não podem tratar assim meu coleguinha Tiácono, hã? Ele busca, pelo menos. Eu não busco nada, mas que ranzinice, hein? E passaram pelo 9900 sem mim! Para dez mil espero que os cavalheiros me deixem a vaga (não se pode nem ficar fora UM POUCO…
Resposta:
Não se trata de “nácara” e sim de “nácar”, que vem do Italiano NACCARO, um tipo de concha, do Árabe NAKARA, “esvaziar, tornar oco”, devido à forma da casca.
Certo, já deixamos de incomodar nosso Tiácono. Como todo iniciante nos Mistérios, ele precisa ser testado.
Os dez mil são seus, basta se esforçar.
Qual o motivo de “à direito” ser na perpendicular?
Sandra perguntou sobre BASTANTE parecer o contrário do que é por parecer que BASTA significa CHEGA! De fato nem parece que estamos com muito, alegres pela fartura, viu? Parece que a ordem é o contrário: chega, deixa disso, que coisa…
Da mesma forma dizemos POIS NÃO quando é sim!, e POIS SIM quando nos parece que não!
Resposta:
O motivo é que o “direito” lembra “reto”, inclusive formando o ângulo idem. E se relacionam, pois vêm de RECTUS, de REX, “rei”, o qual estava sempre certo (era melhor não discordar deles…).
Não tínhamos percebido a relação com “basta”, oportuna a sua intervenção.
Quanto à sua última frase, trata-se de um idiotismo nosso.
Leia a ed. 2 do X-8.
ORIGEM DA PALAVRA CELOTEX OU SELOTEX GRAFIA CORRETA COMO MURAL
Resposta:
É com “C” que se escreve.
Mas existe muito pouco material disponível para saber as origens de marcas. Elas naturalmente não seguem uma formação dentro da Etimologia, pois são arbitrárias.