Olá!
1. “Com sua esposa, Jane, assim falava o sério Pastor de ENNERDALE.” p. 150
2. “Mas, como eu dizia, Walter já não tinha
forças para lutar contra torrente tal,
e quando enfim morreu, a casa e a propriedade
foram vendidos, bem como as ovelhas todas,
um belo de um rebanho, que pelo que sei
vestira os EWBANKS por talvez uns mil anos.” p. 159
Citações do poema Os Irmãos, de William Wordsworth em Como formar o gosto literário, de Arnold Bennett
3. “Chora bastante, meu chorinho
Teu chorinho de saudade
Diz ao bandolim pra não tocar tão lindo assim
Porque parece até maldade
Ai meu chorinho, eu só queria
Transformar em realidade a poesia
Ai que lindo, ai que triste, ai que bom
De um chorinho chamado ODEON.”
De Ernesto Nazareth e Vinicius de Moraes
4. Prelo
5 e 6. “Os livros devem lançar luz um sobre o outro; devem ser convocados para auxílio um do outro. E, para tanto, se faz necessário aplicarmos alguns princípios orientadores. “E qual”, você me pergunta,”deve ser esse princípio?”. Como posso saber? Ninguém, felizmente, pode decidir os seus princípios por você. Cabe a você encontrá-los. Todavia, arrisco-me a fazer uma observação geral: no mundo mental, o que conta não são os números, mas a coordenação. A respeito de fatos e ideias, o grande erro cometido pela maioria dos leitores bem-intencionados é contentar-se com os nomes das coisas em vez de ocupar-se com as causas das coisas. Ele pergunta resposta para a pergunta “o quê?” e não para a pergunta “por quê?”. Ele estuda história, e não se dá conta que toda a história é causada por fatos de geografia. Ele é um botânico experiente e pode guiá-lo para onde a SIBTHORPIA EUROPAEA cresce, mas nunca parou para pensar o que seria da Terra sem seu manto de plantas. Ele costuma flanar sob o céu palpitante de estrelas e sabe recitar com entusiasmo o nome de todas as constelações, de Andrômeda a Escorpião, mas, se você lhe perguntar por que Vênus nunca pode ser vista à meia-noite, ele dirá que nunca se incomodou com os detalhes científicos. Ele não aprendeu que os nomes não são nada e que a satisfação da cobiça do olho é insignificante quando comparada à visão imaginativa da qual os “detalhes” científicos constituem a base indispensável.”
p. 102 – Como formar o gosto literário, de Arnold Bennett
Muito obrigada,